Nascente | Spring | 2008

Lençol Freático
Centro Cultural do Banco do Brasil, SP
curadoria | curatorship Paula Alzugaray

“Nascente”(“Spring”) is one of the works of “Lençol freatico”( “Water Table”) solo exhibition (may 2008) - Cultural Center of Banco do Brazil/ São Paulo.

Originally conceived as a site-specific for the old Banco do Brasil strong room, the video installation Nascente [Spring] was designed to stimulate a reflection on the relationship between natural springs and financial reserves. Consequently, the projection inside the strong room is not merely the image of the fountainhead of one of the world’s largest water tables (“ Aquifero Guarani”) : the springing water is the image of a type of wealth—a commodity, why not?—that is increasingly valued by the world economy, not to mention it being threatened by poor distribution, predatory exploitation, and mismanagement. Stored safely as it is in the strong room, water recovers its condition of life repository and vital power.

It is a cycle of water that, having sprung from a water table, flows on, spills, evaporates, and floods the exhibition venue. This water is created by light—in videos projected onto space—, and it heralds an imminent disappearance resulting from an environmental crisis. Here, both light and water are elements that guide the senses; they promote interaction, dialogue, and encounter. Light become art material that intervene in urban spaces (of high symbolical value or historical interest) in a quest to restore collective instances and activate social practices.
This investigation is an exercise of perception that demonstrates just how desertification—this process of environmental regression—also affects social life. The artist’s interventions and video installations are micropolitical actions that seek the reactivation of such values as affection, belonging, bonding, and heritage.

“Nascente” (“Spring”) é uma das obras de “Lençol freático” (“Quadro da Água”) exposição individual (maio de 2008) – Centro Cultural do Banco do Brasil / São Paulo.

Originalmente concebido como um site-specific para o antigo Banco do Brasil sala de forte, a instalação de vídeo Nascente [Primavera] foi concebido para estimular uma reflexão sobre a relação entre fontes naturais e reservas financeiras. Consequentemente, a projeção dentro do quarto forte não é apenas a imagem do manancial de um dos maiores lençóis freáticos do mundo ("Aqüífero Guarani"): a água que salta é a imagem de um tipo de riqueza, uma mercadoria, por que não? - que está cada vez mais valorizado pela economia mundial, para não falar que está sendo ameaçado pela má distribuição, exploração predatória, e má gestão. Armazenados de forma segura, uma vez que está no cofre-forte, água recupera sua condição de repositório de vida e poder vital.

É um ciclo de água que, depois de ter surgido a partir de uma tabela de água, flui, derrames, evapora, e inunda o local de exposição. Esta água é criado por vídeos de luz em projetadas em espaço-, e ele anuncia um desaparecimento iminente resultante de uma crise ambiental. Aqui, luz e água são elementos que orientam os sentidos; eles promovem interação, diálogo e encontro. Luz tornar-se material de arte que intervir em espaços urbanos (de alto valor simbólico ou interesse histórico) em uma missão para restaurar instâncias coletivas e ativar práticas sociais.
Esta investigação é um exercício de percepção que demonstra o quão desertificação-este processo de regressão-ambiental também afeta a vida social. Intervenções do artista e instalações de vídeo são ações micropolíticas que buscam a reativação de valores como afeto, pertencimento, união, e do património.